Da submissão do projecto à recepção definitiva: pareceres, decisões formais, diário, inspecções, autos de medição, EVM, HSE e relatórios — com a autoridade no sítio certo e prova de tudo. Construído para a Lei n.º 41/20 e para as exigências do Banco Mundial e do BAD.
O projecto vem por e-mail. O parecer vai por WhatsApp. A medição está num Excel. A acta num Word. A fotografia no telemóvel de alguém. E quando há disputa, ninguém prova quem disse o quê, quando.
Cinco especialistas respondem coisas diferentes e o Empreiteiro recebe três e-mails contraditórios.
Quem aprovou aquela variação de 38 milhões tinha poder para o fazer? O contrato diz uma coisa, o e-mail outra.
A inspecção foi feita, mas o registo ficou no bloco de notas e o ponto de paragem nunca foi formalmente libertado.
Três dias por mês a copiar números de sítios diferentes para um Word que já está desactualizado quando é enviado.
Projectos, RFI, pedidos de inspecção, medições e reclamações entram por uma porta só, com número, data e hash.
Triagem, distribuição por especialidade, marcação directa sobre o PDF, pareceres internos que nunca saem antes de consolidados.
Uma única decisão formal, com PDF oficial verificável por QR, assinada por quem tem competência — e 2FA a proteger o acto.
Variações, reclamações, autos e recepção chegam-lhe com impacto em Kz e dias, no ecrã «Decisões que precisam de mim».
Curva S, SPI/CPI, HSE, riscos, portfólio; relatório mensal em minutos; auditoria com cadeia de hash.
A organização de fiscalização é a titular e a única que paga.
Entra por convite, sem custo.
Entra por convite, sem custo.
Pisos legais inconfiguráveis (arts. 187.º, 199.º, 203.º, 292.º/293.º), limite de 15% nos trabalhos a mais, recepção como acto do Dono da Obra.
HSE com LTIFR/TRIR, reclamações comunitárias, ESHS; relatórios mensais; auditoria recomputável — o que o Banco Mundial e o BAD pedem.
Offline em obra, Multicaixa Express, português pré-AO90, GIS com PK ao longo do traçado, BIM/IFC no browser.
2FA nas decisões, RLS em todas as tabelas, quarentena de ficheiros, API com chaves por titular, webhooks assinados.
Só a organização de fiscalização paga. Empreiteiros, Donos da Obra e Projectistas entram gratuitamente, sem limite.
Preços sem IVA. Pagamento por transferência bancária ou Multicaixa Express com factura; activação em 24 h úteis. Ao fim dos 30 dias nada se apaga: a obra fica em modo de leitura até escolher um plano.
Não. Só a organização de fiscalização subscreve. Empreiteiro, Dono da Obra e Projectista entram por convite, gratuitamente, com o que precisam de ver e fazer.
A obra passa a modo de leitura: continua a ver, a exportar PDF e a verificar QR; não pode registar nada novo. Quando regularizar, tudo volta como estava.
Sim, na base de dados, não só no ecrã: o Empreiteiro não os vê, não os pesquisa e não os recebe pela API. Só a decisão consolidada chega.
A captura de campo (fotografias, notas, diário) funciona offline no telemóvel e sincroniza quando houver rede.
Os actos reservados ao Dono da Obra pela Lei n.º 41/20 não são configuráveis: a Fiscalização propõe, o representante nomeado decide, e o BINGA regista quem, quando e com que poder.
Sempre. Exportação de PDF oficiais, API de leitura com chaves suas, e os ficheiros no seu próprio armazenamento.